Meu pai me disse uma certa vez que eu deveria ter nascido em outra época. Não perguntei se ele pensava em anos ou em séculos, se no passado ou no futuro. Mas guardei pra sempre o que ele disse. E hoje defino bem o ser/estar naquele significado, que ficou melhor silenciado em sua pura in/verdade: sou um futurista movido a saudade.
